Nosso Ano

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domingo, 7 de outubro de 2012

Focado no Principal


Foco e prioridade Pequenos Grupos.
"Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas”. (Mc.16:15)
Todo cristão deseja ouvir a voz de Deus, mas não basta ouvir, precisamos OBEDECER! A Grande Comissão diz que devemos “Ir por todo o mundo”, mas, muitos de nós mudamos tudo para o “venha até nós e ouça a nossa mensagem”. Esperamos que as pessoas venham até a Igreja para que cheguem a Cristo. O propósito de Deus é irmos até elas isso é foco.
Eu e minha família refletimos sobre nossa missão e temos procurado uma forma de cumprir o “IDE”. Deus em sua onisciência nos presenteou com a liderança de uma igreja com propósitos de Pequenos Grupos e quando iniciamos este ministério, falamos para nós mesmos: “Senhor e agora, o que fazer? Como fazer? Como pessoas como nós podemos representar um Deus tão grandioso?” E o Senhor nos respondeu: “Filhos, apenas vão, levem a Palavra que é a Boa Semente e quando ela cair na terra fértil que Eu preparei, ela crescerá e frutificará”. Em um dia desses o Senhor me disse: Apenas ore e obedeça. E hoje estamos surpreendidos com o que Deus vem fazendo com a visão propósitos nos pequenos grupos, coisas extraordinárias estão acontecendo. Gloria a Deus por tudo e agradecemos também aos irmãos que estão entregando a vida nesta visão e estão cooperando de forma maravilhosa, não temos palavras para agradecer tão grande amor e empenho de todos.
Não teríamos espaço suficiente para falar o que Deus já fez em nossas vidas através dos Pequenos Grupos que estão surgindo e nos surpreendendo com o coração apaixonado dos lideres e liderados, e as maravilhas que Ele fez e vem fazendo na vida daqueles que frequentam os PGs! não queremos dizer que somos um lugar milagroso ou que temos uma formula mágica, “onde tudo acontece”, mas o Senhor nos ensina de forma muito simples a sermos de fato IGREJA: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles" (Mt.18:20).
E você pode também estar se perguntando, e agora, o que fazer? Como fazer? Compartilho o que estamos aprendendo neste nosso desafio: Ouça a voz de Deus e OBEDEÇA! Deixe Deus te usar! Os pequenos grupos estão ai e crescendo, a Coordenação de PGs está a disposição, a Escola Timóteo está funcionando e as classes de compromisso estão juntas para potencializar o povo na visão propósitos e equilibrar nos pequenos grupos com adoração, comunhão, Discipulado, serviço e evangelismo. É somente se dispor de todo coração e desfrutar da vida abundante em Deus.
Outra coisa que aprendemos, é que todo cristão é um plantador de igrejas e todo templo é um lugar de treinamento. O Pequeno Grupo é um movimento contagioso que irá nos conectar com todas as pessoas cristãs e não cristãs ao nosso redor, mas para isso, precisamos entender que o “IDE” está dentro de nós e precisamos explorá-lo; vivê-lo! A igreja de Cristo precisa avançar e o início para que este avanço seja contínuo, é nos movimentarmos!
O Pequeno Grupo é uma oportunidade para este movimento, pois deixamos o “venham a nós” e atuamos como uma igreja missionária que vai até onde o povo está. O simples é forte e fácil de reproduzir. O PG é isso: informal, relacional, dinâmico e móvel! Sinta-se desafiado hoje; Seja um participante ativo nessa obra! Abra seu coração, sua casa ou participe dessa maravilhosa e envolvente comunhão, viva como um cristão missionário! Viva este grande presente que nasceu primeiro no coração de Deus! Faça as classes, entre na Escola Timóteo e apresente-se para viver de forma saudável. Pois somos uma igreja com propósito caminhando na celebração e em PGs de casa em casa transmitindo vida e equilíbrio. Juntos somos melhores sempre.

  Pastor Everaldo Borges e família.
ICP Curitiba

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Verdade Sobre finanças no Reino de Deus

A Parábola dos Talentos. Mateus 25:14-30. Chamam-me louco, maluco, que gosta de fazer dívidas... Mas prefiro ficar com a Palavra.
Introdução:
a) Um talento não era uma moeda, mas um peso.
b) Um talento, segundo Hendriksem seria em torno de 6.000 denários. Levaria em torno de 20 anos para um homem comum conseguir ganhar tanto dinheiro.
Nessa parábola temos um Empresário riquíssimo que deseja arriscar com seus servos sua própria fortuna. Ele não era apenas rico, mas muito sagaz: Ele vê que nem todos os seus servos tinham habilidades para negócios. Todavia vê, entre os seus próprios servos uma grande possibilidade de multiplicar sua fortuna. Assim ele oferece a mesma oportunidade a todos, em proporções quantitativas diferentes, esperando receber qualitativamente resultados positivos. Assim, ele distribui sua fortuna de acordo com cada servo e viaja...
I. Ensina-nos que Deus nos dá capacidades diferentes: Cinco, dois e um; ao mesmo tempo que concede oportunidades iguais, Lc.19:11-30. Em Lucas, o senhor reparte dez minas entre dez servos. Quando do seu retorno, chama os três primeiros que apresentam resultados semelhantes aos de Mateus: 
1º servo - com uma mina granjeei mais dez minas. Palavras do seu senhor: Sobre dez cidades terás autoridade; 
2º servo - com uma mina granjeou mais cinco minas. Palavras do seu senhor: sobre cinco cidades terás autoridade; 
3º servo - pegou a mina que recebera e a guardou em um lenço...De alguma forma Lucas liga o fazer, obedecer, o servir a Deus com o revestimento de autoridade dada por Ele mesmo, Deus.
a)Lucas fica tão impressionado com a lição que não nos mostra a prestação de conta dos outros sete, que provavelmente tenham sido inúteis. Somente os três primeiros já são bastante e suficientes para nos mostrar o trabalho bem como as desculpas que são apresentadas a Deus todos os dias... 
b) A lição de Mateus é óbvia: o que importa não é a quantidade de talentos que alguém possui, mas sim como essa pessoa o utiliza no Reino.
c) Deus nunca exige algo de nós que Ele mesmo (Deus) não tenha investido antes. Mas Ele (Deus) exige que usemos nosso potencial conforme nos foi investido (a quem muito foi dado, muito mais será exigido.
d) Não somos iguais nos dons recebidos, mas poderemos fazer o mesmo esforço em um mesmo empreendimento. Somos semelhantes nas oportunidades.
e) Não importa se recebemos um ou dois ou mais dons; se este dom é pequeno, grande, de alcance social ou de bastidores. O que importa é o coloquemos à serviço de Deus.

II. A recompensa do trabalho bem feito sempre será mais trabalho prazeroso por fazer. 
a) Deus sempre procura uma pessoa bastante ocupada para grandes realizações. 
b) Os desocupados estão ocupados demais com suas próprias inutilidades para que possam fazer alguma coisa de real importância.
c) Aos dois primeiros servos que haviam feito bem não lhes foi dado descanso, mas sim, mais serviço, justamente porque fizeram bem.

III. O terceiro servo, o que recebera apenas um talento não o perdera. Simplesmente não fez nada. Não fazer nada com o que Deus nos dá é pior do que se não tivéssemos nada. Por isso lhe foi tomado. Possivelmente se ele tivesse se aventurado com ele e perdido teria sido melhor que não ter feito nada. Há sempre a idéia de que algo pequeno não carece ser feito pois não compensa tanto esforço. Sua condenação foi não se arriscar pela causa de todos, nem por si mesmo. Aparentemente houve boa intenção do terceiro servo em esconder o tesouro dos bandidos, mas isso não agradou a Deus:
Inutilidade do servo:
1) falta de visão, determinação, positividade, se arriscar, ir avante...
2) Desejo de manter as coisas como são e estão. Não desejar desenvolvimento e crescimento de verdade.
3) Timidez por ter recebido tão pouco? “Crente galinha de angola, só vive cantando: tô fraco, tô fraco. Ninguém me ama, ninguém me quer. Vão certamente gravar: Esqueceram de mim III.
4) Na ótica do senhor, ele viu naquele servo: Suspeita, Subjetividade, Preguiça, Negligência.
5) Na realidade, este servo acusa o próprio senhor de ser muito severo e exigente. Mas ele próprio não confiou no seu senhor, nem em si mesmo ao desejar a preguiça que o trabalho.
É daquele tipo de crente que ora: Senhor, não me mande marchar diante do mar vermelho. Eu confio em ti, mas não sei nadar...
Senhor, não deixe que me joguem na cova dos leões. Eu confio em ti, mas tenho alergia a pêlos de animais...
Senhor, não deixe que me joguem na fornalha de fogo. Eu confio em ti, mas tenho alergia à fumaça.
Se aquele senhor tivesse demorado mais um pouco em sua viagem, certamente que os dois primeiros servos teriam produzido ainda muito mais com seus talentos. Consequentemente o inútil continuaria sua vida de inutilidade, provavelmente tomando cápsulas para dormir de tanta ansiedade por não fazer nada e desejar ardentemente que o senhor voltasse logo para se ver livre daquele “bendito talento”.

IV. Verdade Universal:
A quem tiver muito, muito lhe será dado, e quem não tiver, até o que tem lhe será tirado. 
a) Se fores fiel no pouco, serás fiel no muito. Se não fores fiel no pouco, certamente que jamais passarás disso. 
b) Seja o que for que saibamos fazer, quanto mais o exercitarmos, melhor e mais oportunidades teremos de fazê-lo melhor e nos abrirmos para outras realidades.
Conclusão:
a) Oportunidades e habilidades: pertencem a Deus: Nós as usufruímos, mas Deus é o proprietário.
b) Deus dá oportunidades e dons aos seus servos: Não existe crente “desdonzado”. Como não existe o crente bombril: mil e uma utilidades: toca, rege, prega, faz oração silenciosa, evangeliza, discipula e administra a igreja tudo sozinho...
c) Pecado não é só adulterar, matar, roubar... é ser inútil e omisso também.
d) Expectativa do retorno de Jesus: oportunidade para o nosso desenvolvimento.
e) Tudo que fizermos aqui, deve ser em vista da prestação de contas naquele dia final.
f) Mesmo atividades espirituais são vistas e analisadas de acordo com o que estamos fazendo aqui e agora.
g) Negociar as riquezas do nosso Mestre é um privilégio. Dependendo disso, iremos compartilhar em grau de intensidade os resultados com Ele (galardão).
h) Em vez de ser verdadeiro com sua verdade, o servo negligente e preguiçoso só apresenta desculpas, e se torna a si mesmo um vitimizado.
Rev. Dr. Mauro Clementino

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Perdido dentro da Igreja


O texto de Lucas 15.25-32, fala sobre o irmão do filho pródigo. Ele aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo a leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões:

1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.
2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.
3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também, estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.
4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.
O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.

Famílias a serviço de Deus


O apóstolo Paulo, na conclusão da sua carta aos Romanos, faz a mais longa saudação de todas as suas cartas. Nessa conclusão ele cita várias pessoas e algumas famílias que estavam a serviço de Deus. Essas pessoas e essas famílias servem de exemplo para nós ainda hoje. Voltemos ao passado e aprendamos com esses irmãos e irmãs que nos precederam.

1. Casas abertas para acolher (Rm 16.3-5, 14, 15)
Priscila e Áquila foram cooperadores do apóstolo Paulo. A casa deles era um local de reunião, onde a igreja de Deus se congregava. Tanto em Corinto quanto em Roma a  casa de Priscila e Áquila era um santuário, onde a igreja se reunia. Eles eram hospitaleiros e acolhedores. Faziam da casa deles uma extensão da igreja e um porto seguro para as pessoas buscarem refúgio no Senhor. Esse casal abriu seu lar para hospedar a igreja de Deus, arriscando a própria vida, pois aquele era um tempo de perseguição. Nos versículos 14 e 15, o apóstolo Paulo cita mais duas casas, onde grupos da igreja se reuniam para adorar a Deus e proclamar sua Palavra.
Hoje, precisamos de famílias que abram as portas de suas casas para que o evangelho de Cristo seja também proclamado. O lar é um dos principais instrumentos na evangelização do mundo. Não podemos abrir mão de fazer da nossa casa uma extensão da igreja do Deus vivo.
2. Corações abertos para consolar (Rm 16.13)
O apóstolo Paulo faz referência à mãe de Rufo como uma mulher que cuidou dele como se fosse sua mãe. Essa mulher que recebe elogio tão auspicioso nem tem seu nome citado na terra, mas certamente era conhecida no céu. Há grandes nomes no Reino de Deus que permanecerão incógnitos na terra e anônimos na história. É algo maravilhoso investir na vida dos filhos de Deus, ser bálsamo para os que sofrem, ser âncora para os que enfrentam as tempestades da vida. A mãe de Rufo foi uma mãe para o apóstolo Paulo. Esse bandeirante do Cristianismo encontrou nessa mulher um apoio, um encorajamento, que só uma mãe era capaz de lhe dar.
Temos o grande desafio de sermos abençoadores. Devemos abrir não apenas a nossa casa, mas também o nosso coração para encorajarmos as pessoas. Nossa língua precisa ser medicina que leva cura; nossas palavras precisam ser mel que alimenta; nossos atos precisam ser gestos altruístas que abençoam.
3. Mãos abertas para trabalhar (Rm 16.3, 6, 9, 12)
O apóstolo Paulo cita várias pessoas que foram suas cooperadoras no trabalho de Deus, gente que pôs a mão no arado, que se diligenciou para fazer a obra de Deus. Priscila e Áquila foram seus cooperadores (Rm 16.3). Maria é citada como uma irmã que muito trabalhou pela igreja de Roma (Rm 16.6). Urbano era cooperador de Paulo em Cristo (Rm 16.9). Trifena e Trifosa trabalhavam no Senhor e Pérside muito trabalhou no Senhor (Rm 16.12). A igreja de Deus deve ser uma equipe de trabalhadores. Deus nos dá a salvação e nos chama para o trabalho. Temos o privilégio de sermos cooperadores de Deus no estabelecimento do seu Reino.

sábado, 5 de maio de 2012